Um consultório. Os casos críticos que os outros não pegam.
Diagnostico o que ninguém parou para perceber. E resolvo — ou deixo-te a um passo da solução.
Prova
Três casos, ao nível do padrão — o que se resolve para um cliente não se conta a outro.
A conversão que passou em todos os testes.
Uma migração COBOL→Java assistida por AI produziu código que passou em todos os testes automáticos. Em produção, os valores desviaram €0,003 por transação — um comportamento de arredondamento silenciosamente perdido na tradução. Os testes perguntavam «corre?». A pergunta que faltava era «continua a querer dizer o mesmo?». Essa pergunta é o trabalho.
A pergunta que ninguém tinha feito.
Vinte e cinco chamadas por semana, entre a meia-noite e as seis, num sistema onde cinco minutos parados davam telejornal. A pergunta certa não era «como resolvo isto mais depressa?» — era «será que todas precisam de acordar alguém às três da manhã?». Não precisavam. Classificar cada tarefa por dono e por urgência real: as chamadas noturnas caíram 95%.
Certo contra os especialistas do próprio fabricante.
Um erro de ligação que o suporte de topo do fabricante — a equipa de laboratório, os que conhecem o produto melhor que ninguém — insistiu, três vezes, que não estava onde eu apontava. Eu não tinha acesso aos internals; sabia na mesma onde vivia. Preparei o diagnóstico que testava exatamente a hipótese que recusavam, e pedi-lhes para o correr. Correram. Silêncio.
E quando o caso pede uma ferramenta que ainda não existe, construo-a. Não porque saia barato; porque mais ninguém viu que era precisa.
34 anos em sistemas críticos e automação · Lead Auditor ISO 22301 (BSI) · ISO 9001 · ITIL Expert.
O que fiz de raiz — o método, o motor de auditoria e a infraestrutura — vive no DiagnosticMind →
A porta
O caso difícil raramente chega cedo — chega depois de já ter resistido a toda a gente. É aí que entro. Se é o teu caso, escreve-me. Respondo depressa e sem rodeios; pego nos que são meus.
ramada@pauloramada.pt